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18/09/2010

EDWARD NA LISTA DOS TOP 10 PERSONAGENS MAIS ROMÂNTICOS


Edward Cullen [4º na lista]
Brilhante e pálida porque ele é, para todas as intenções e propósitos, morto, nosso amigo vampiro não seria, no papel, o namorado ideal. Mas para Bella Swan, e milhões de Twi-hards ao redor do mundo, Edward é perfeito. Talvez seja seu cavalheiresco charme à moda antiga (ele tem mais de 100 anos), ou sua constante devoção a Bella que o leva ao quarto dela todas as noites para vê-la dormir. De qualquer forma, é o suficiente parapara substituir suas características menos atraentes; como seu apetite por sangue; seu corpo frio como mármore ou o seu tendência para perseguição.

LUA NOVA NO "GUINNESS WORLD RECORDS" 2011


O segundo filme da Saga Crepúsculo – Lua Nova – se tornou parte do livro de recordes Guinness World Records 2011 por seu sucesso de bilheteria.
A MTV relata, ‘A Saga Crepúsculo: Lua Nova’ ganhou um lugar no livro por ter o maior lucro total no dia de estreia, $72.7 milhões de dólares, batendo o recordista anterior, “O Cavaleiro das Trevas”.
Lua Nova também tem os maiores números em dia de abertura e dia simples total e também maior lucro de estreia as meia noite.
Cada ano, o livro Guinness World Records seleciona os recordes de maior, menor e mais longa, associados com quase todos os aspectos possíveis do mundo, mas ser colocado no livro um feito muito cobiçado, por isso é uma grande coisa que Lua Nova tenha conseguido esse ano.

NOVOS OUTTAKES DA KRISTEN PARA JALOUS EM HQ






Mulher Tatua o Trio de Twilight

15/09/2010

Kristen Fala Sobre Carreira, Família, E Claro…Rob!


Kristen Fala Sobre Carreira, Família, E Claro…Rob!
Nessa nova entrevista Kristen fala de Twilight, família, carreira, Rob e muito mais!!


Kristen Stewart fala com Will Laurence sobre Twilight, sua reputação por temperamental e seu suposto romance com R-Pattz
É duro ser Kristen Stewart. Sua performance como a indecisa e mordedora de lábio heroína Bella Swan nos filmes Twilight tem feito a atriz americana de 20 anos emergir como uma relutante poster-girl para angustia juvenil do século 21.

Ela passou muitos dos seus anos adolescentes sobre o holofote da mídia: ela tinha acabado de fazer 17 anos quando fez o primeiro filme Twilight, que em sua estréia se tornou uma sensação da noite para o dia.

A franquia já fez mais de $1,75 bilhões de dólares na bilheteria internacional, atraindo multidões de fãs adolescentes e suas igualmente apaixonadas “Twilight Moms”.

Enquanto isso, a relação de Stewart na tela (e fora dela) com seu colega de trabalho Robert Pattinson a tem tornado constante nas capas de revistas de fofocas.

Não é surpreendente que ela tem lutado para lidar com a atenção da mídia, e seu desconforto quando lidando com os entrevistadores a tem colocado em acusações de ser mal-humorada e defensiva. Eu não achei ela assim nas ocasiões anteriores que conversamos.

Ela pode ser extremamente quieta – ela pensa cuidadosamente sobre cada pergunta e frequentemente tenta muitas vezes uma resposta antes de decidir em uma frase final – mas ela é inteligente e cativante. Na verdade, como muitas mulheres de sua idade, ela provavelmente tem apenas um pouco de vergonha.

“Eu sou bem tímida e as pessoas pensam que eu sou indiferente,” ela explica, sentada oposta à mim em uma suíte de um elegante hotel de Beverly Hills.

“Eu escuto isso o tempo todo: ‘Ela não deveria estar nessa posição porque ela não pode lidar com isso’, e ‘Ela é metida e não quer falar com ninguém. Ela é miserável, e se você está tão miserável então pare de fazer.”

“Mas você tem escolha? Eu quero ser uma atriz, apenas não sou muito confortável falando sobre mim mesma.”

“Quando eu fiz os primeiros filmes Twilight eles estavam tipo, ‘Agora você tem que ir fazer treinamento de mídia’, e eu estava, “Vocês que se danem! Vocês acham que vão pegar todas as minhas pequenas inseguridades e jogarem pela janela? Vocês acham que vão editar o que sai da minha boca? Eu farei seu curso, mas isso não vai acontecer.”

E ela é, de verdade, livre de edições e sem vergonha de suas inseguridades.

Ela fuma um cigarro durante nossa entrevista (“Basicamente eu parei de fumar”) e descreve seu visual – sua esbelta forma está envolta em um combo de back skinny jeans, camiseta preta, camisa xadrez vermelha e botas na altura dos tornozelos – dizendo que “todos estão usando essas botas.”

Stewart é de longe a jovem atriz mais talentosa no mundo infestado de vampiros e lobos de Twilight, superando tanto Pattinson quanto seu musculoso colega de trabalho Taylor Lautner.

Isso pode ser devido ao fato que ela já te uma década de experiência na frente da câmera.

Em 2002 ela foi escolhida como a filha diabética de Jodie Foster em Panic Room e seguiu pegando papéis em Speak (2004), interpretando uma garota de 13 traumatizada ficando em silêncio depois de passar por abuso sexual, Into the Wild (2007), dirigido por Sean Penn, e a comédia indie Adventureland (2009).

Enquanto isso, o lançamento mais recente da atriz na Britânia, The Runaways – uma bio da banda de rock dos anos 70 apenas de meninas liderada por Cherie Currie e Joan Jett – apenas confirma seu status como o mais quente jovem talento em Hollywood, dando um personagem que encaixa Stewart como uma luva.

Ela interpreta Joan Jett, uma adolescente temperamental que deixou de lado as regras quando ela e seu empresário musical Kim Fowley lançaram a carreira de 3 anos de The Runaways, que finalmente explodiu entre uma tempestade de drogas e recriminação.

O filme, no qual Stewart comparte alguns momentos lésbicos com sua colega de trabalho, Dakota Fanning, de 16 anos, foi primeiramente mostrado em Sundance no início do ano, mas, apesar de muitos críticas favoráveis, ele afundou na bilheteria americana, arrecadando menos de um terço de seu estimado orçamento de $10 milhões de dólares.

“The Runaways começou tudo para garotas em rock and roll,” diz Stewart. “Tantas mulheres em bandas dizem ‘Estou em uma banda por causa de The Runaways’. Era inicialmente um filme pequeno, então por causa de toda a coisa de Twilight ele recebeu muita atenção. Agora eu conheço Joan e tenho uma relação com ela, e se não fizéssemos um bom trabalho tudo iria desmoronar, então era importante que fizéssemos certo.”

“Eu me senti confortável nas roupas de Joan,” ela diz, “É como uma armadura. Punks as colocam porque estão se protegendo a si mesmos, porque eles são excluídos, e porque eles estão lutando com algo. E é estranho – eu fiz muita divulgação para o segundo filme Twilight quando estava filmando The Runaways, e eu estava me sentindo um pouco insegura, o que essas coisas de imprensa me deixam, e eu não usei minha defesa normal, usei as de Joan.”

Tendo conhecido as duas mulheres, eu sugiro que suas defesas são na verdade bem similares. Ela mexe em seu longo cabelo escuro e pensa.

“Eu usei uma camiseta no pré que dizia “Chute traseiro primeiro, pergunte nomes depois” nas costas,” ela disse de repente. “Pensei nisso do nada, desculpe, mas acho que isso pode mostrar que eu sempre fui indignada em minha reações de não poder ser eu mesma. E quando outras pessoas estão nessa posição eu fico furiosa também, então acho que eu divido isso com Joan. Eu sou um pouco mais fácil que Joan, apesar que no fundo ela é bem considerada com os outros e quieta.”

“Com tudo que ela usa ela não está tentando ser descolada, ela está tentando ser durona, ela está compensando. Naquela época não era normal fazer o que ela fez e sempre falavam pra ela ‘Você não é normal, você é diferente, então você é uma vadia.”

É um ponto no qual Stewart pode simpatizar. Ela cresceu em L.A, seu pai é um produtor de tv, sua mãe é supervisora de roteiro, e ela começou a atuar jovem.

Com 9 anos ela foi escolhida em um filme para televisão, The Thirteenth Year, e um ano depois apareceu em The Flintstones in Viva Rock Vegas. Ela viu as reações de seus colegas sendo difíceis.

“Eu não andava por aí falando sobre fazer filmes,” ela diz, “mas então alguém viu um filme antigo no qual eu estava, The Safety of Objects, e percebeu que o garotinho nele (ela interpretava um tomboy) tinha crescido e virado essa garota – eu. Então eu recebi muito ‘Ela é uma vadia!’”

“E a maioria daquelas crianças nunca nem tinham falado comigo.”

Ela saiu da escola quando tinha 13 anos, não sendo capaz de balancear a pressão de uma crescente vida profissional e educação em tempo integral – “Eu estava feliz em sair da escola. Eu estava perdendo muitas aulas e repetindo” – e diz que ela não sente como se tivesse sido negada uma infância normal (ela completou sua educação secundária via correspondência).

“Eu não conseguia me identificar com crianças da minha idade,” ela diz. “Eles são maldosos e não te dão uma chance. Quando você termina a escola, você percebe que é apenas uma pequena versão da vida, e realmente eu sentia que era adulta desde os 5 anos. Eu me lembro quando completei 18 anos, todo mundo me perguntou se eu me sentia mais madura, mas eu me sentia da mesma forma que sempre senti. Balanceando trabalho, estudos e ajudar minha mãe, sempre tive muitas responsabilidades.”

Ela continua próxima de seus pais, e fala amorosamente de sua mãe, que estudou história e tem uma paixão por vampiros.

“Ela estava tão animada quando eu consegui o papel em Twilight,’ diz Stewart. “Toda minha família estava. Antes de Twilight eles estavam tipo ‘Por que você está fazendo todos esses filmes que ninguém vai ver?”

Stewart é menos aberta sobre sua relação com seu colega de trabalho Robert Pattinson.
A primeira vez que conheci Pattinson, antes do filme Twilight original, ele falou entusiasmado sobre ela e riu sobre os foras que levou quando tentou chamá-la para sair (Stewart estava namorando Michael Angarano, seu colega de trabalho em Speak anteriormente).

Desde essa época o par virou um casal, embora nenhum deles tenha confimado.

A ultima vez que vi Stewart e Pattinson foi no jantar do Bafta ano passado, onde eles se sentaram juntos e foram embora juntos. Eles definitivamente agiram como um casal.

“Não importa quantas vezes eu já conversei com alguém ou o quão bem eles me conhecem, eu apenas não vou falar sobre isso,” ela diz quando eu pergunto.

“Mas é estranho com os paparazzis,” ela continua. “Nós não estamos no topo da lista dos paparazzis, mas definitivamente mais difícil pro Rob.”

O par parecia ter sido “descoberto” quando um fotógrafo os pegou juntinhos na Ilha Wight no Ano Novo.

“Aquele foi um garoto, não um paparazzi que tirou a foto,” ela diz, sorrindo. “Isso é o tipo de coisa que te deixa perplexo. Eu não acredito que aquilo saiu.”

Ela diz que acha Londres um lugar mais fácil de se andar que NY ou Los Angeles, e admite que ela não pode viver mais uma existência normal em sua cidade-natal.

“Eu tenho amigo que falam ‘Ei. Estamos em um restaurante hoje. Quer vir? Um grupo nosso está aqui’, e eu fico ‘Você quer ir pra casa de alguém? Ia ser muito mais divertido. Traga todo mundo pra minha casa!’ É estranho nunca ser apenas uma garota qualquer. Todo mundo me conhece então eu nunca posso ser uma nova pessoa com alguém. Novas pessoas sempre tem uma impressão de mim e eu estou ciente disso, e isso provavelmente me modifica.”

Seus hobbies, ela diz, são simples. Juntamente com seu interesse em violão, ela é uma leitora voraz e gosta de escrever (não histórias per se, apenas pensamentos e idéias).

Ela também adora seu gato Max, que é “maluco. Ele é tipo o Anti-Cristo quando viajo com ele. Gosto de levá-lo comigo quando estou filmando.”

Stewart está atualmente filmando uma adaptação de On the Road, dirigido pelo cineasta brasileiro Walter Salles. “Interpreto Marylou e estou pirando com isso. Ninguém nunca tinha tentado fazer esse filme, e ainda assim, lendo o livro é insanamente icônico. É meu livro favorito. É tão fodástico que estou fazendo ele. Um amigo me apresentou esse livro quando eu tinha 14 anos e já o li várias vezes.”

Quando esse filme terminar ela começará a trabalhar nas partes finais da saga Twilight (o livro Breaking Dawn foi dividido em dois filmes).

“Com Twilight todos nós tivemos sorte. É uma coisa rara em um filme, quando chega e te dá liberdade. Por Twilight eu consegui fazer um filme como Welcome to the Rileys.”

Ainda para ser lançado na Britânia, esse filme Indie, produzido por Ridley Scott, tem Stewart interpretando uma prostituta. “Estou feliz que as pessoas possam pensar ‘Vamos ver aquela garota de Twilight em um filme de strippers!’ Estou ok com isso.”

Talvez ser Kristen Stewart não é tão difícil no final das contas.

12/09/2010

Você sabia que os Quileutes existem??

No livro Crepúsculo, Bella vai com os amigos da escola até La Push, onde Jacob Black a conta sobre a lenda dos Quileutes e dos Frios. Na história, os mitos se tornam realidade, e Bella descobre mais tarde que seus amigos são de fato vampiros e lobisomens.

Mas você sabia que a tribo Quileute existe de verdade nos Estados Unidos, e realmente se localiza em La Push no estado de Washington?
Há milhares de anos antes da chegada dos colonizadores ao Novo Mundo, os Quileutes já viviam nas terras de James Island, ilha da First Beach, em La Push. Acredita-se que o contato com os europeus se deu no início do ano de 1700, porém, o primeiro contato oficial com os brancos foi datado do ano de 1855, quando os indígenas assinaram o Tratado de Olympia, no qual deveriam se mudar para Taholah e deixar suas terras livres.
Foi somente em 1889, mesmo ano em que Washington se tornou um estado, que o presidente Benjamin Harrison os cedeu uma milha de terra em La Push, contando com 252 habitantes.

De acordo com suas crenças antigas, eles foram transformados em lobos por um viajante. Por ser um povo originalmente espirituoso, eles acreditam que ao atingir a puberdade, os meninos da tribo poderiam sair em busca de seus poderes supernaturais.

A sociedade Quileute foi gerada de “grupos de casas”. Cada casa tinha um chefe, os nobres e os plebeus. Desta forma, o parentesco e o sangue determinavam a estrutura do comando da tribo.
Os Quileutes atualmente possuem sua própria Constituição e Leis Municipais, reconhecidas pela Secretaria do Interior, os estabelecendo como unidade política auto-governante nos Estados Unidos.
As crianças da reserva são educadas na Escola Tribal Quileute, onde aprendem sobre todas as lendas e mitos de sua tribo, sua história, e também seu idioma de origem, ainda falado por seus anciãos. É uma língua complexa; uma das cinco línguas no mundo que não possuem sons nasais (sem m ou n), e uma das poucas que não é reconhecida para ser relacionada a qualquer outra. Os anciãos visaram a compilação de um dicionário e de textos instrucionais que são ensinados na escola.
Os contos dos Quileutes são passados no começo do mundo, quando animais eram como seres humanos. Eles podiam falar, remar canoas, e viver em grandes casas. Em algumas tribos indígenas, seu personagem principal costuma ser um Corvo, em outras um Coiote.

Não importa o que ele seja, mas ele é o personagem que traz luz às pessoas ao criar o som, a lua, as estrelas, ou provoca a maré para que elas possam colher moluscos. Para isso, ele adquire outra forma.
Stephenie Meyer foi sensacional ao escolher o cenário de seus livros, pois ela não só nos encanta com a história de amor de Bella e Edward, mas também nos permite conhecer um pouco mais sobre lugares e culturas dos Estados Unidos, que às vezes são esquecidos pela sociedade.
Algumas das histórias do velho Corvo podem ser lidas no site dos Quileute, assim como a história completa da tribo e sua rica cultura.